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Nada é estável, sempre sofre mudanças inesperadas. Tudo é confuso, e acaba sem que ao menos possamos entender. É bagunçado e breve, porque quando vem, faz acontecer, se transforma, nos transforma, desperta sensaçoes diversas, marcam com lembranças que não serão esquecidas. E depois vai embora, como se tivesse cumprido seu destino. O de vir, mudar, e partir.
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(Source: um-simples-gar0to)

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—— MINHA PROFESSORA —————

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Nada é estável, sempre sofre mudanças inesperadas. Tudo é confuso, e acaba sem que ao menos possamos entender. É  bagunçado e breve, porque quando vem, faz acontecer, se transforma, nos transforma, desperta sensaçoes diversas, marcam com lembranças que não serão esquecidas. E depois vai embora, como se tivesse cumprido seu destino. O de vir, mudar, e partir.
(J. Mortari)

Nada é estável, sempre sofre mudanças inesperadas. Tudo é confuso, e acaba sem que ao menos possamos entender. É  bagunçado e breve, porque quando vem, faz acontecer, se transforma, nos transforma, desperta sensaçoes diversas, marcam com lembranças que não serão esquecidas. E depois vai embora, como se tivesse cumprido seu destino. O de vir, mudar, e partir.

(J. Mortari)

(Source: um-simples-gar0to)

[ 23 ]
— 23 January
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Certas lembranças me fazem sorrir e desejar que um dia, tudo volte a ser como era antes. Amigos que se foram, momentos que vivi, onde eu era feliz, sem precisar de muito. Quando eu sorria de verdade, e não precisava esconder minha tristeza em um “estou bem”, quando recebia abraços verdadeiros, ou “eu te amo” sinceros, quando cada dia era um recomeço, e não uma repetição. Hoje eu continuo sorrindo, não pelo o que vivo, mas pelas lembranças de um passado que não quero esquecer. 
(J. Mortari)

Certas lembranças me fazem sorrir e desejar que um dia, tudo volte a ser como era antes. Amigos que se foram, momentos que vivi, onde eu era feliz, sem precisar de muito. Quando eu sorria de verdade, e não precisava esconder minha tristeza em um “estou bem”, quando recebia abraços verdadeiros, ou “eu te amo” sinceros, quando cada dia era um recomeço, e não uma repetição. Hoje eu continuo sorrindo, não pelo o que vivo, mas pelas lembranças de um passado que não quero esquecer. 

(J. Mortari)

(Source: um-simples-gar0to)

[ 16 ]
— 23 January
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É dolorido amar os outros, amar doí tanto que você passa a enchergar o mundo de uma forma mais clara, você passa a sentir toda a dor imensa que o mundo possui, mas logo essa dor é reduzida, como toda dor quando insuportável passa a não ser sentida, por consequência da anestesia que a própria dor possui.
J. Mortari

É dolorido amar os outros, amar doí tanto que você passa a enchergar o mundo de uma forma mais clara, você passa a sentir toda a dor imensa que o mundo possui, mas logo essa dor é reduzida, como toda dor quando insuportável passa a não ser sentida, por consequência da anestesia que a própria dor possui.

J. Mortari

(Source: um-simples-gar0to)

[ 632 ]
— 23 January
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E, depois, como eu já esperava. Tudo estava melhorando, meu coração começou a entender que ele não podia continuar daquele jeito, deixou toda aquela fraqueza de lado, e voltou a bater. Minhas lágrimas nem se quer existiam mais, minhas mãos não suavam como antes, e eu não sentia mais aquele aperto em meu peito, minha respiração não era mais ofegante como antes, estava normal. Não estava mais pálida como antes e meus lábios não estavam mais ressecados. Eu até sorria agora. Eu estava voltando a viver, aos poucos. Estava revivendo, recuperando minha esperança lá no fim do túnel. Tentava prestar atenção em tudo o que acontecia a minha volta, mesmo que não fossem de meu total interesse. Ainda doía, mas eu não me importava, não ligava, e não ligo. Eu dominava minha dor, e ela ia embora. Aquelas partes destroçadas dentro de mim ainda estavam sendo concertadas. As recaídas de antigamente não existiam mais e quando eu percebia que podia recair, eu me forçava a ficar em pé e forte. Eu comecei a me importar mais com as pessoas, mas dessa vez, não mais do que comigo. Digo, me importava mais comigo, me preocupava menos com os outros. Eu estava em primeiro, segundo e terceiro lugar. Eu era a pessoa mais importante para mim, eu era meu amor, minha vida, meu chão, meu tudo. Eu estava lotada de amor próprio e isso era ótimo. Ariel S.(doce₪inverno)

E, depois, como eu já esperava. Tudo estava melhorando, meu coração começou a entender que ele não podia continuar daquele jeito, deixou toda aquela fraqueza de lado, e voltou a bater. Minhas lágrimas nem se quer existiam mais, minhas mãos não suavam como antes, e eu não sentia mais aquele aperto em meu peito, minha respiração não era mais ofegante como antes, estava normal. Não estava mais pálida como antes e meus lábios não estavam mais ressecados. Eu até sorria agora. Eu estava voltando a viver, aos poucos. Estava revivendo, recuperando minha esperança lá no fim do túnel. Tentava prestar atenção em tudo o que acontecia a minha volta, mesmo que não fossem de meu total interesse. Ainda doía, mas eu não me importava, não ligava, e não ligo. Eu dominava minha dor, e ela ia embora. Aquelas partes destroçadas dentro de mim ainda estavam sendo concertadas. As recaídas de antigamente não existiam mais e quando eu percebia que podia recair, eu me forçava a ficar em pé e forte. Eu comecei a me importar mais com as pessoas, mas dessa vez, não mais do que comigo. Digo, me importava mais comigo, me preocupava menos com os outros. Eu estava em primeiro, segundo e terceiro lugar. Eu era a pessoa mais importante para mim, eu era meu amor, minha vida, meu chão, meu tudo. Eu estava lotada de amor próprio e isso era ótimo. Ariel S.(doce₪inverno)

[ 2393 ]
— 23 January
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doce-inverno:

Porta do quarto fechada, coração a cadeado. Desistiu de amar pequena? Talvez seja a melhor coisa a se fazer. Construir um sorriso depois de tantas desilusões não foi fácil, mas foi possível. Estava bem novamente? Só por fora, por fora tudo era perfeito; seu sorriso, sua vida, seus amores. Ninguém invadia seu mundo, porque era confuso demais, todos saiam cedo, não aguentavam tanta confusão. Para os outros só mostrava o seu melhor, que às vezes pareciam não ser bom o suficiente. Mas era a única coisa que ela poderia oferecer, mesmo que não fosse o bastante era o suficiente para ela, porque já não queria agradar mais as pessoas, na verdade não queria mais fazer nenhum esforço para isto. Ela lutava em segredo contra todas as emoções que a deixavam para baixo, lutava contra sentimentos que não sabia lidar, mas era preciso sobreviver a eles. Na verdade lutava contra si mesma. Todos os dias. Sua felicidade falsa não estava exposta, ela estava bem disfarçada em meio a tantos sorrisos e palavras. Mas já estava cansada, cansada de si mesma. Cansada de forçar sentimentos que na verdade não existiam. Adriele Reis (efeito-cocaina)  

doce-inverno:

Porta do quarto fechada, coração a cadeado. Desistiu de amar pequena? Talvez seja a melhor coisa a se fazer. Construir um sorriso depois de tantas desilusões não foi fácil, mas foi possível. Estava bem novamente? Só por fora, por fora tudo era perfeito; seu sorriso, sua vida, seus amores. Ninguém invadia seu mundo, porque era confuso demais, todos saiam cedo, não aguentavam tanta confusão. Para os outros só mostrava o seu melhor, que às vezes pareciam não ser bom o suficiente. Mas era a única coisa que ela poderia oferecer, mesmo que não fosse o bastante era o suficiente para ela, porque já não queria agradar mais as pessoas, na verdade não queria mais fazer nenhum esforço para isto. Ela lutava em segredo contra todas as emoções que a deixavam para baixo, lutava contra sentimentos que não sabia lidar, mas era preciso sobreviver a eles. Na verdade lutava contra si mesma. Todos os dias. Sua felicidade falsa não estava exposta, ela estava bem disfarçada em meio a tantos sorrisos e palavras. Mas já estava cansada, cansada de si mesma. Cansada de forçar sentimentos que na verdade não existiam. Adriele Reis (efeito-cocaina)  

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